domingo, 25 de maio de 2008

Delasnieve Daspet é condecorada na França



Advogada de MS é condecorada na França pela Academie Arts Sciences Lettres
23/05/08 13:47
Por: Marco Eusébio, da assessoria da OAB-MS

Foto:Divulgação

Delasnieve Daspet na sede da Embaixada Brasileira em Paris

Campo Grande (MS) – A advogada Delasnieve Miranda Daspet de Souza, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da OAB-MS, que também é poetisa, escritora e embaixadora de Poetas Del Mundo, foi uma das personalidades brasileiras e portuguesas condecoradas nesta semana em Paris (França) pela Academie Arts Sciences Lettres coroada pela Academie Francesa, sob o alto patronato do presidente da França Nicolas Sarkozy, por relevantes serviços prestados as artes e a cultura.

Conforme relato da jornalista Diva Pavesi que testemunhou o evento, a cerimônia na capital francesa foi aberta pela Orquestra do Corpo de Bombeiros de Yvelines que executou o Hino Nacional Brasileiro, o Hino do Marrocos e da França. O presidente da Academie Arts Sciences Lettres, Jocelyn Pinoteau, enfatizou a honra de estar à frente dessa instituição que defende e encoraja todos aqueles que promovem as artes, ciências, letras e cultura em geral.

Além da advogada de Campo Grande, outros brasileiros homenageados foram: o prefeito de Campinas (SP), Helio Oliveira Santos; o autor de histórias em quadrinhos Mauricio de Souza, com a Medalha de Vermeil, representado pelo presidente da Editora Dargot que está lançando no mercado francês o livro de historias em quadrinho de Ronaldinho Gaucho; a compositora erudita Rita Amaral, o artista plástico da Bahia, Terciliano Júnior, o artista plástico de Porto Alegre Alci Bubols, a artista plástica de Goiás, Adriane Campos, o ator Antonio Interlandi, que já recebeu o premio Moliére na França, e Gustavo Siqueira, presidente do Prêmio Gigantes.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Trilogia




Sabor ao vento de uma calmaria.
Transpiro afagos, doces fantasias!
Verdade incerta, porém que me alenta.

Serenidade!

Tristeza insana que nunca se acalma
nas noites frias de canções vazias.
Corações secos – onde está a alma?

Insanidade!

Calor profundo que me assola o ventre!
O amor surgiu, leve e passageiro,
trazendo a febre de um furor festeiro.

Corporeidade!


© Márcia Sanchez Luz

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Crônica de Rosa Pena


Isto é virtual?

© Rosa Pena

Entro apressada e com muita fome na confeitaria. Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu editor. Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja.Abro o laptop. Levo um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.

— Tia, dá um trocado?

— Não tenho, menino.

— Só uma moedinha para comprar um pão.

— Está bem, compro um para você.

Minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico distraída vendo as poesias, as formatações lindas. Ah! Essa música me leva a Londres.

— Tia, pede para colocar margarina e queijo também.

Percebo que o menino tinha ficado ali.

— Ok, vou pedir, mas depois me deixa trabalhar. Estou ocupadíssima.

Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento.
Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto “ir à luta”. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer sim.
Digo que está tudo bem, que o deixe ficar e traga o pedido do menino.

— Tia, você tem internet?

— Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.

— O que é internet?

— É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no mundo virtual.

— E o que é virtual?

Resolvo dar uma explicação simplificada, na certeza de que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.

— Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer, criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.

— Legal isso. Adoro!

— Menino, você entendeu o que é virtual?

— Sim, também vivo neste mundo virtual.

— Nossa! Você tem computador?

— Não, mas meu mundo também é desse jeito...virtual. Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia.
Isso é virtual, não é tia?


OBS da autora: Esta crônica consta de meu livro preTextos, editora all print. Registrada na biblioteca nacional desde junho de 2003, circula na net com autoria desconhecida.Deixei a data em que foi publicada esta crônica no site Recanto e a obs que eu já tinha posto. Ela está em 34 sites desde março de 2004, em 2 livros impressos no papel. Também foi publicada em revistas e consta de meu e-book Eu & a Net.Possui 32 versões em pps. Em 6 vem com minha autoria. Nas demais foi retirada.Utopia minha, mas sempre sonharei com um mundo mais justo, onde filhos possuam pais e prosas & poesias... Autorias.
Obrigada a quem divulgar minha autoria.

Rosa Pena

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Arthur da Távola, uma estrela no céu...


Amor Maduro


© Arthur da Távola
(3 de janeiro de 1936 – 9 de maio de 2008)


O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.
O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado. O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes.
Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não persegue, recebe.
Não exige, dá. Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Soneto de João Justiniano da Fonseca à Márcia Sanchez Luz


ESPERAR

© João Justiniano da Fonseca

6-05-08 17:25 h

Para a sensibilidade poética Márcia Luz.

"Espero a noite que me acorde os sonhos",
espero o vento que me leve o barco;
já não espero o tempo, conto apenas
chegar ao porto onde fincar o marco...

"Espero a noite que me acorde os sonhos",
já não espero a luz do amanhecer...
As ilusões se foram para norte
só torna sul na hora em que morrer...

"Espero a noite que me acorde os sonhos",
como um retorno ao tempo de onde vim.
De certo, a noite vem fechar-me os olhos...

"Espero a noite que me acorde os sonhos",
neste final de tempo que é limite.
Ninguém tem recomeço, mas tem fim...


Olha Márcia, amiga.
Pus a alma nessa coisinha simples.
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
Márcia Sanchez Luz
em "Inalienável Veto".

Muita paz e muita luz
João


Obrigada, João, por este seu carinho, que tanto me faz feliz.




Convite - Mostra de Fotografias Analógicas



sexta-feira, 2 de maio de 2008

Ao Som de Madrigais




No ocaso deste acaso em que me vejo,
me perco em muitas curvas longilíneas:
tuas mãos em meus cabelos, benfazejo,
ao som de madrigais nas noites minhas.

Prefiro o teu perfume ao meu incenso
de mirra ou de jasmim quando em teu colo!
Porém quando te afastas, te dispenso.
Não esperes que eu te queira, não me imolo!

E por não ser mentira é que profiro
que a noite não passou de uma cantiga
deixada ao léu depois de alguns suspiros.

Tampouco vou querer ver teu delírio
em busca de um prazer que não mitiga
a sede deste amor que em vão aspiro.



© Márcia Sanchez Luz

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Jayme Martins


Jayme Martins - um poema, uma história


Jayme Martins é amigo muito querido, a quem tive o prazer de conhecer ainda criança, graças à intensa e fraterna amizade que existe entre ele e meu pai, Francisco Sanchez.


Um Poema


Segredos de Huang Shan

© Jayme Martins




























Subidas íngremes, escarpadas,
escadarias e rampas sem fim,
para cima e para cima,
cada vez mais para o céu.

Nuvens densas e esgarçadas
qual mares encapelados
coroam dez mil montanhas
de majestade sem par.

Pinus verdes, multiformes,
como dragões em vigília,
ornam picos, precipícios,
silvam canções, estendem ramos,
saudando seus visitantes.

Com 73 anos e uma bengala,
vou subindo passo a passo,
em busca dos mil segredos
que o mais alto pico esconde
e os deuses de Huang Shan
só revelam e compartem
com quem consegue chegar lá.

Huang Shan, 23/09/2003

(Poema enviado por e-mail pelo autor)



Uma História


Jornalista brasileiro, viveu na China por 20 anos, (1962-1979 e 1987-1989), como professor de Português no Instituto de Línguas Estrangeiras (hoje, Universidade de Línguas Estrangeiras), copidesque do Serviço de Português da Radio Pequim (hoje, Rádio China Internacional) e correspondente da mídia brasileira (O Globo, O Estado de S. Paulo, Agência Estado, Jornal da Tarde, Rádio Eldorado, Rádio Guayba e SBT).

Sua longa experiência e a de sua família na China são únicas no Brasil. Acompanhou diretamente o desenrolar dos acontecimentos das décadas de 60, 70 e 80, inclusive os onze anos de Revolução Cultural (1966-1976), a derrubada do Bando de 4 e a reabilitação de Deng Xiaoping, tendo mantido audiências e/ou entrevistas com os mais altos dirigentes chineses, inclusive Mao Zedong, Zhou Enlai e Deng Xiaoping.

Fez extensas reportagens para a mídia brasileira sobre tudo o que aconteceu de relevante na China nesse longo período, especialmente sobre a Revolução Cultural, sobre o processo de Reforma e Abertura desencadeado em 1978, sobre o boom econômico dos anos seguintes até hoje e sobre os acontecimentos da Praça da Paz Celestial (1989), por cuja cobertura mereceu o Grande Prêmio de Jornalismo Líbero Badaró de 1990, outorgado pela ABI-Associação Brasileira de Imprensa e Revista Imprensa.

É Diretor Responsável do Jornal Chinês para a América do Sul (desde 1995), Diretor de Comunicação da Câmara de Comércio & Indústria Brasil-China (desde 1986), Diretor de Relações Internacionais da Aliança Brasil-China de Campinas e Região (desde 2005), é Secretário-geral do Conselho Municipal de Relações Internacionais da Prefeitura de Jundiaí. (desde 2005) e foi Chefe de Reportagem do Jornal Última Hora (1960-1962), Coordenador de Planejamento da Prefeitura de Jundiaí (1983-1987). Editor-chefe do Programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo (1990-1999) e Diretor de Cooperação Internacional da Prefeitura de Jundiaí (2003-2006).


(Biografia extraída do site Overchina)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A Máquina Mental





Apesar dos estudos sobre o cérebro e a inteligência, ainda há pouco conhecimento acerca de como o cérebro trabalha para produzir inteligência. Isto tem relação com o fato de que o cérebro possui cerca de 100 bilhões de células – praticamente o número de estrelas da Via Láctea.

Um dos mitos sobre a relação entre inteligência e cérebro é o de que os cérebros de pessoas muito inteligentes são, de alguma forma, fisicamente diferentes daqueles das pessoas comuns. No início do século XX, o cientista americano E.A. Spitzka produziu uma lista de pesos dos cérebros de homens famosos e importantes. O cérebro mais pesado era o do romancista russo Turgenev, com dois mil gramas. Entretanto, o cérebro de um outro grande gênio, Walt Whitman, pesou somente 1282 gramas.

Não existem diferenças significativas entre os níveis de inteligência de homens e mulheres. Entretanto, meninas abaixo de sete anos obtêm um coeficiente de inteligência um pouco mais alto que os meninos, sendo que o QI mais alto registrado é o de Marylin vos Savant, de 230. Contudo, homens e mulheres diferem na maneira como elaboram o pensamento. Em geral, as mulheres são mais habilidosas verbalmente, enquanto os homens se saem melhor em tarefas visual-espaciais.
As fibras que ligam as duas metades do cérebro são maiores nas mulheres do que nos homens. Isto pode explicar porque as mulheres conseguem passar do pensamento prático para o emocional mais rapidamente que os homens.

Portadores de problemas mentais sempre foram tratados extremamente mal. Há pouco mais de duzentos anos, os médicos faziam furos nos crânios de doentes mentais para libertar os “espíritos malignos”, ou então colocavam os pacientes em cadeiras giratórias para chacoalhar seus cérebros. A partir de 1930, as pessoas com problemas mentais recebiam terapia de choque e eram submetidas à lobotomia – remoção de parte do cérebro.

O cérebro precisa dez vezes mais de sangue do que os outros órgãos do corpo humano, pois ele não consegue armazenar glicose para uso posterior. Apesar de o cérebro de um adulto representar somente 2% do peso corpóreo, seu consumo de oxigênio é de 20% do total do corpo.

Existem similaridades entre cérebros e computadores. Computadores podem fazer cálculos complicados em velocidades incríveis. Mas eles trabalham de uma maneira pré-determinada, fixa, pois não conseguem fazer associações de memória. Se precisarmos de uma chave de fenda e não tivermos uma à mão, iremos pensar lateralmente e usar uma faca ou uma moeda em seu lugar. Computadores não fazem isso. Na verdade, dizem que um computador, quando se trata de ver, se mover e reagir a estímulos, não pode competir nem com o cérebro de uma mosca.

A maioria de nossos processos mentais são hábitos profundamente formados. Desafiar nosso cérebro a fazer coisas de modo diferente ajuda a desenvolvê-lo. Tente mudar as rotinas sempre que possível: pegue um ônibus ao invés de sair de carro, sente em uma cadeira diferente da que está acostumado, leia alguns textos de ponta cabeça, enfim, deixe seu cérebro fazer associações. Desta maneira, você estará pensando lateralmente.
Faça mais exercícios. Boa saúde e níveis adequados de condicionamento aumentam a energia de forma global, o que leva a um nível de concentração melhor.
Cozinhar é um exercício mental completo, pois precisa de habilidades matemáticas, organizacionais e científicas, além de desafiar a memória e a criatividade. Utilize, no início, receitas, e depois tente lembrar das quantidades, combinações, reações dos ingredientes, assim como do tempo de preparo.
Procure sempre ocupar sua mente com jogos, palavras cruzadas e quebra-cabeças. Habitue-se a decifrar códigos e expandir seu vocabulário ao mesmo tempo.


(Texto extraído de “Esquire Magazine”)


Tradução e adaptação de Márcia Sanchez Luz

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Poesia de Carmo Vasconcelos


CARTA A BOCAGE


© Carmo Vasconcelos




Eu que amo a poesia quase entendo
Como afogaste a alma em dor tamanha
Na pele de um boémio te escondendo
Iludindo uma plebe assaz tacanha

Demais sublime a tua poesia
D’estro maior que o seu entendimento
Caluniada foi por heresia
Enorme se igualando ao teu tormento

Pudera ter-te ao tempo conhecido
Que afagos mil, de mãe, eu te daria
E dos teus olhos brilho tão sofrido
Com o fulgor dos meus alegraria

Poeta de talento entusiasta
Porém de fado gémeo da má sorte
Duma vida que foi pra ti madrasta
Te salvou piedosa a terna morte

E lá onde te encontras nesta hora
Vingado da chacota e do ultraje
O derradeiro a rir és tu agora
De quem um dia riu de ti, BOCAGE!

***

Lisboa/Portugal/1998

(In Antologia da Associação Portuguesa de Poetas- ano 2005)

In E-Book "Luas e Marés"


(poema publicado com a autorização da autora)

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Soneto a Martin Luther King


“Eu tenho um sonho...”


Sou vida, sou maduro e acrobata
num mundo onde a inocência não tem vez
e que perante a intriga, mesmo inata,
procura destruir a insensatez.

Do negro sou baliza que reata
dessemelhantes na feição, na tez.
Da lida autoritária autodidata,
sou eu voraz vilão de mês a mês.

Sou fonte de ideários, sou atleta
na luta contra a discriminação
que faz de nossas peles tamborim.

Racismo é fato vil, é coisa abjeta:
semeia temporais no coração.
Sou Martin, eu sou Luther, eu sou King!


© Márcia Sanchez Luz

Like A Sweet Memory Loss



If the sky seems to be full of doubts
and the emotion that you come across
means a true, but insane smell of clouds,
pursue it like a sweet memory loss.

If the ocean you look for is distant
from the paces you insist to glue
in a crazy, but real and pleasant,
genuine hope of an intense blue

Don’t give up, make a deal with your heart!
Give a damn just about things you trust!

© Márcia Sanchez Luz

terça-feira, 1 de abril de 2008

Notícias Culturais


Airo Zamoner é homenageado em inauguração de bosque em Curitiba

Em comemoração ao aniversário de Curitiba, no dia 29 de março, o Município inaugurou um espaço composto de um recanto para crianças denominado "Sonho de Criança" e uma trilha em um bosque, chamada "Trilha do Conhecimento". Ao longo da mesma, foram colocados painéis homenageando 13 escritores paranaenses, entre eles Airo Zamoner, com trechos de suas obras.

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